arte da suade e longevidade

Arte da Saúde e Longevidade: uma perspetiva asiática

Microcosmos vs Macrocosmos

A medicina tradicional chinesa considera a doença como uma desarmonia entre o microcosmos e o macrocosmos.

Podemos definir o microcosmos como um organismo vivo (como eu ou o leitor) e o macrocosmos como todo o ambiente que nos rodeia (como as estações do ano, as condições geográficas do local onde habitamos, da sociedade onde nos inserimos, etc…).

As leis que regem o microcosmos são as mesmas que regem o macrocosmos e a doença surge da violação dessas normas.

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Prevenção e Reabilitação na Medicina Chinesa

Prevenção na medicina chinesa

A Medicina Chinesa é, na sua natureza, uma medicina preventiva. Os seus ensinamentos inserem-se numa lógica do cultivo da vida e não somente no tratamento da doença.

Daí a necessidade de uma análise complexa do ser humano, durante o interrogatório, onde se procura explorar a forma como a mente, a sociedade, o meio-ambiente, a cultura ou a geografia podem estar relacionados com os sintomas físicos.

Para a cultura chinesa, a prevenção, ou cultivo da vida tem como objetivo principal conservar a saúde/prevenir a doença.

Os meios usados variam nos diferentes hábitos de vida. E estão sempre dependentes da inter-relação entre micro e macrocosmos.

Dos vários exemplos pode destacar-se:

1 – regular a dieta às nossas características pessoais, ao ambiente, à estação do ano, às nossas necessidades,

2 – fazer exercício físico adaptado à nossa condição e à estação do ano,

3 – moderar vida sexual (algo extremamente importante na cultura chinesa),

4 – adaptar-se ao meio ambiente (que já referimos quando mencionámos a adaptação da dieta e do exercício físico).

Métodos terapêuticos mais conhecidos como a acupuntura ou a fitoterapia (matéria médica chinesa) também são usados para preservar o nosso estado de saúde.

Reabilitação na medicina chinesa

Na reabilitação na medicina chinesa, o objetivo consiste em aumentar a qualidade de vida dos doentes através do tratamento do declínio fisiológico do organismo que se pode dever tanto a fatores pré-natais como pós-natais.

As atividades lúdicas, o exercício físico, a dieta, massagem, adaptação ao ambiente continuam a fazer parte dos meios usados para se atingir esse objectivo.

Diferenças entre prevenção e reabilitação na medicina chinesa

Podemos então observar que, em medicina chinesa, as grandes diferenças da prevenção e da reabilitação consistem nos objectos de estudo (pessoa saudável vs pessoa doente) e na finalidade da ação clínica (preservar a saúde/prevenir a doença ou eliminar a doença/dar mais qualidade de vida).

Semelhanças entre prevenção e reabilitação na medicina chinesa

As semelhanças encontram-se nos meios usados para atingir as finalidades de cada uma.

Da mesma forma que a medicina chinesa usa a dietética ou a acupuntura ou a fitoterapia para tratar diversas maleitas também as usa para prevenir o aparecimento das mesmas.

A união destes dois pontos de vista é uma das maiores características do conceito de holismo em medicina chinesa que visa a combinação da prevenção com o tratamento e integração desse tratamento na preservação da saúde.

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Integração da vida nos ciclos da natureza

De acordo com a medicina chinesa não é possível às pessoas manterem-se saudáveis se não respeitarem os ciclos da natureza em que se encontram. Mais uma vez se destaca a importância da violação da norma.

Mais uma vez surge o conceito de microcosmos e macrocosmos e a teoria dos cinco elementos.

Os chineses desenvolveram teorias que lhes permitia compreender e prever os ciclos da natureza como a teoria dos 5 elementos.

Adaptaram os ciclos da natureza ao ser humano de forma a compreender os mecanismos patológicos que observavam.

Acredita-se, na cultura chinesa, que as atividades vitais são influenciadas pelas leis da natureza.

Todas as atividades fisiológicas formam padrões similares aos observados na natureza e todas as observações clinicas ou teorias desenvolvidas foram feitas de forma a mostrar essa relação.

Os 5 movimentos e a integração da vida na natureza

Uma dessas leis é a lei dos 5 elementos. Nos meus textos sobre diagnóstico já falei sobre esta lei e dei exemplos da forma como ela pode explicar os processos patológicos ou a relação que existe entre estes e os padrões observados na natureza.

Permitam-me tentar explicar, neste texto, de forma ligeiramente diferente daquilo que já vos foi apresentado.

Imagine que é Inverno e está muito frio.

O nosso corpo tem capacidade de aguentar uma determinada quantidade de frio.

Esta capacidade pode variar consoante os hábitos de uma pessoa. Um angolano criado em Angola não aguenta tanto frio como um siberiano criado na Sibéria.

Agora imagine que se encontra dentro de uma casa muito aquecida e está vestido só com uma camisa manga-cava.

De um momento para o outro precisa de ir lá fora mas esqueceu-se de se agasalhar convenientemente.

Ao passar de um ambiente aquecido para um ambiente frio, sem proteger o corpo, arrisca-se mais a ficar doente.

A doença surge como resultado de não ter respeitado as leis da natureza. No Inverno devemos aquecer o corpo e mover o qi e o sangue pois a estação do ano é fria.

Mas também devemos saber adaptar o corpo à estação do ano de modo a permitir-lhe aguentar melhor.

A mudança repentina de ambiente não deu tempo ao corpo de se adaptar e a doença surgiu como consequência.

A relação que o leitor (neste exemplo imaginário) criou com o ambiente circundante não foi homeostática e, consequentemente, a harmonia interna do organismo quebrou-se.

Integração da vida na natureza implica a manutenção de um estado homeostático.

Esta harmonia é essencial para se manter o estado de saúde. O estado de saúde, por seu lado, é essencial para se atingir a longevidade.

O aparecimento sistemático de doenças destrói a capacidade do corpo de se regenerar e acelera os processos que desencadearão o envelhecimento.

Quando a medicina chinesa fala da importância da harmonia existente entre saúde e longevidade não se refere unicamente à exposição ao frio e ao calor.

Não se esqueça que falamos de como uma pessoa (microcosmos) interage no seu meio ambiente (macrocosmos).

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Holismo na integração da vida nos ciclos da natureza

Automaticamente a harmonia entre a psicologia humana e a fisiologia humana devem estar em equilíbrio.

Isto significa que a violação das leis da natureza pode afectar o psíquico. As afecções psíquicas, por seu lado, podem desencadear diversos problemas físicos.

Basta o leitor tentar pensar em algum amigo cujo sintoma físico (dor, vómitos, dificuldade respiratória, etc…) pode ser agravado por estados de irritabilidade.

Da mesma forma que os problemas mentais podem desencadear queixas físicas, estas podem ser tratadas ou atenuadas com acompanhamento psicológico.

Outro aspecto importante para a compreensão da harmonia em medicina chinesa tem a ver com o movimento do qi.

Considera-se que cada órgão (baço, fígado, pulmão, etc…) possui qi com um movimento próprio.

A violação das leis da natureza pode prejudicar este movimento gerando diversas maleitas.

Por exemplo, o movimento natural do qi do estômago é descendente enquanto que o do baço é ascendente.

Uma vida de grande stress (onde não é respeitada a necessidade de descanso da pessoa, nem se adapta essa necessidade ao ambiente e às estações do ano) e irritabilidade (em consequência do trabalho ou de problemas familiares) pode gerar uma padrão patológico conhecido com Estagnação de Qi do Fígado.

Caso este padrão de Estagnação afete o baço e o estômago, o movimento natural do qi destes órgãos fica afetado.

Em consequência o qi do baço deixa de subir e começa a descer surgindo a diarreia e o qi do estômago deixa de descer começando a subir e surgindo o vômito.

Neste caso teríamos uma pessoa cujos estados de irritabilidade poderiam desencadear episódios de diarreia e vômitos.

O harmonia do ciclo do qi de cada órgão foi quebrada e a doença instalou-se.

Causas do envelhecimento na cultura chinesa

O envelhecimento é um processo normal no ser humano.

Deve ser aceite como uma etapa da vida. No entanto, o envelhecimento faz-se, inevitavelmente, acompanhar por uma série de problemas de saúde debilitantes que afetam a qualidade de vida.

Preservar a saúde e seguir bons hábitos de vida permite atrasar o envelhecimento e aumentar a qualidade de vida.

Várias são as causas de envelhecimento prematuro. Umas causas podem ser originadas pela própria pessoa ou podem ser-lhe externas. Outras ainda podem nascer com essa pessoa.

Deficiência da essência

A deficiência da essência é uma das causas de envelhecimento prematura que pode nascer com a pessoa.

A medicina chinesa defende que existe algo chamado jing inato. O jing inato é um forma de qi passada dos pais para os filhos e encontra-se armazenado no rim.

Este órgão é de extrema importância para a medicina chinesa uma vez que lá se encontra o jing inato. Se a essência é fraca a vida é curta.

A deficiência da essência pode ter origem no legal parental ou em hábitos de vida maus como exposição a muitas doenças debilitantes, vida sexual excessiva ou esforços físicos intensos e prolongados.

Excesso de vida sexual

Uma vez que o rim é responsável pela nossa capacidade sexual ele pode ser afetado quando esta existe em excesso. 

Está enraizado na cultura chinesa que a vida sexual excessiva é extremamente lesiva para o ser humano, especialmente o homem.

Existe uma história sobre Genghis Khan que procurava o elixir da vida eterna quando foi mencionado que existia um sábio chinês que poderia ter acesso a esse elixir.

Genghis Khan mandou chamar esse sábio para aprender mais sobre esse elixir, mas para grande tristeza descobriu que não existia nenhum elixir.

No entanto, existiam estratégias que poderiam prolongar a vida como a abstinência sexual e uma vida regrada.

Regras difíceis de seguir para um homem cuja maior alegria era derrotar e perseguir os seus inimigos, roubar as suas riquezas e violar as mulheres e as filhas.

Considera-se hoje que 1 em cada 200 pessoas são descendentes de Genghis Khan. Pode assumir-se que a conversa com o sábio chinês não foi o ponto alto da sua carreira!

Além da visa sexual excessiva o esforço mental ou físico excessivo também lesa a saúde e provoca envelhecimento.

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Esforços físicos e/ou psíquicos intensos e prolongados

É comum observar atletas de alta competição que parecem muito mais velhos do que realmente são.

Não só o esforço físico intenso como o esforço intelectual intenso podem debilitar o corpo e provocar um maior desgaste da essência.

O jing adquirido (qi proveniente da alimentação e do ar) não é suficiente para compensar o excesso de esforço e o corpo vê-se obrigado a recorrer ao jing inato.

Quanto mais se gasta o jing inato mais se acelera o processo de envelhecimento.

Maus hábitos alimentares

A má nutrição é outra condição para o aceleramento do envelhecimento na medicina chinesa. Como referido acima o jing adquirido é proveniente da alimentação.

Maus hábitos alimentares tem fortes implicações na saúde da pessoa: podem provocar uma diminuição do qi gerando estados de fraqueza e susceptibilidade à doença tanto por desarmonia dos zang fu como por deficiência do wei qi (qi defensivo).

Por outro lado uma diminuição do jing adquirido implica um maior consumo do jing inato.

Maus hábitos alimentares nas crianças podem provocar atrasos no crescimento e diminuição da capacidade intelectual.

Os conselhos alimentares sempre foram relevantes mas os problemas sociais são diferentes.

Nas sociedades tradicionais o maior problema estava no acesso a alimentos em quantidade e qualidade suficiente e na sociedade atual o problema está no acesso excessivo.

A obesidade é um dos principais fatores de risco na nossa população e cada vez mais aparecem crianças a sofrer de obesidade.

Passamos de uma sociedade em que as pessoas morriam de fome para uma sociedade em que as pessoas morrem por excessos alimentares.

Quando falamos de maus hábitos alimentares não podemos falar somente das escolhas pessoais mas também da responsabilidade organizativa das instituições e governos.

Muitas das grandes fomes históricas não se deram por falta de alimento mas sim por má gestão governamental e por uma incompetente distribuição de recursos.

A fome que graçou na China deveu-se tanto à política externa fantasiosa de Mão Tsé Tung que se preocupava mais em enviar alimentos para outras terras comunistas do que em alimentar corretamente a sua própria população. 

A grande fome que matou milhões de pessoas (naquele que deve ter sido o regime suicidário mais eficaz de todos os tempos) deveu-se mais à rigidez do sistema comunista chinês do que à falta de alimentos.

A fome na Etiópia é um exemplo claro de como a má organização provoca fomes.

No final destas sagas encontram-se milhões de mortos, milhões de crianças que sofrerão de atrasos toda a vida, milhões de pessoas mais susceptíveis a doenças.

Tudo isto provoca um aceleramento do processo de envelhecimento nos sobreviventes com traumas e incapacidades que poderão durar o resto das suas vidas.

a importância da dor

Traumas emocionais

Outro aspeto importante está relacionado com os traumas emocionais.

Na medicina chinesa os traumas emocionais são dos principais fatores desencadeantes de doenças.

É raro o caso analisado que não tem de passar pela esfera emocional durante o período de interrogatório.

Os sintomas agravam com estados de irritabilidade?

Os sintomas desencadeiam estados de tristeza? Etc…

Esta ligação de corpo e mente está bem patente em toda a teoria da medicina chinesa.

Por exemplo, o coração tem um órgão associado, tem um meridiano associado e tem uma emoção associada.

O mesmo acontece para todos os principais órgãos como o fígado, o rim, o baço ou o pulmão.

2 tipos de estímulos emocionais nas causas do envelhecimento

Os estímulos emocionais que geram patologias podem ser de 2 tipos: persistentes ou traumáticos.

Os estímulos persistentes são aqueles que podendo não ser muito traumáticos momentaneamente estão sempre presentes e acabam por afetar a pessoa.

Os estímulos traumáticos são todos os estímulos com força suficiente para desencadearem alterações comportamentais ou físicas relevantes.

É comum na prática clinica encontrarem-se exemplos de pacientes cujos sintomas físicos e psicológicos se encontram arranjados em relações causais.

Na maioria das vezes, os sintomas psicológicos estão associados ao aparecimento de sintomas físicos (enxaqueca que agrava/é desencadeada por estados de irritabilidade), os casos são fáceis de abordar clinicamente e tratar.

Casos clinicos de traumas que serviram de causas de envelhecimento

No entanto, alguns casos, derivados de traumas muito fortes podem desencadear uma série de problemas físicos que, devido à gravidade do trauma, muito dificilmente serão tratados.

Relembro um caso de uma paciente na casa dos 60 anos cujos sintomas físicos e psíquicos eram consequência da morte prematura do filho único num acidente estúpido.

Ainda por cima, um filho único que estava para casar e pensava constituir família. Ninguém alguma vez poderá curar esta paciente.

O filho é insubstituível e os danos da sua ausência súbita são caracterizados por depressão crónica, perda de cabelo pronunciada, infeções recorrentes, etc…

Também relembro outro caso de uma paciente que fora sempre saudável até ao momento, em que num calmo jantar de família, o marido disse que a ia deixar por outra mulher (traição cliche: era a secretária, 20 anos mais nova!).

A partir daí a doente entrou numa espiral viciada de um estado patológico para outro mais grave.

Começou a sofrer de depressão, problemas digestivos, problemas oculares (teve de ser operada), problemas ósseos (teve de ser operada), fibromialgia, etc…

Quando a mente (shen) desiste, o corpo definha.

Estas duas pacientes apresentavam também sintomas de envelhecimento avançado decorrentes dos traumas que sofreram.

disfunção urinária bexiga neurogênica bexiga hiperativa

Gestão do dia a dia nas causas de envelhecimento na medicina chinesa

Além dos problemas associados ao jing inato ou aos estímulos emocionais, existem outras causas ligadas a um envelhecimento precoce.

Uma das causas muito comuns, do envelhecimento na medicina chinesa, está ligada à tão necessária relação entre trabalho e repouso.

A Medicina Chinesa defende que um excesso de trabalho provoca vazio de qi enquanto que o excesso de repouso provoca estagnação de qi.

A regra estipulada dos três oitos (8 horas para dormir, 8 horas para se divertir e 8 horas para descansar) é inaplicável na maioria das pessoas que trabalham hoje em dia.

As responsabilidades profissionais, que não raras vezes, exigem mais de 8 horas de trabalho, aliadas às responsabilidades pessoais (lida da casa, filhos) tornam impensável a aplicação desta regra.

Na realidade, creio que nunca houve um tempo em que esta regra alguma vez pudesse ser aplicada.

Vida diária na sociedade atual

A existência de profissões cujo horário laboral é feito por turnos ainda complica mais a aplicação desta regra uma vez que ela também se encontra sujeita ao ciclo yin-yang.

É complicado dormir de noite quando se tem de trabalhar.

É difícil definir horas de lazer e descanso de acordo com as outras pessoas, com as quais partilhamos a nossa vida, quando os horários são tão díspares.

Em determinados casos, onde a pessoa é obrigada a viajar (o famoso jet lag) o problema ainda se mostra mais irresolúvel.

Uma forma muito simples de ver como o excesso de trabalho (físico ou mental) afeta o envelhecimento está em olhar para pessoas sujeitas a muito stresse. 

Por exemplo, os atletas de alta competição (como os jogadores de futebol) aparentam maior idade do que aquela que tem.

Outra atividade que alguns midia gostam de fazer em relação aos presidentes norte-americanos é comparar as suas fotos antes e depois da sua passagem pela casa branca.

De seguida comparam com outras fotos anteriores, com idêntico período de intervalo. As diferenças são enormes.

O meio externo natural como causa de envelhecimento na medicina chinesa

O meio externo natural é outro fator de extrema importância. É um fator importante para nos ajudar a definir o tipo de patologias que afetam uma população.

Nas cidades, onde a poluição é abundante, é mais comum o aparecimento de problemas pulmonares do que no interior.

A adaptação ao meio torna-se um fator decisivo quando uma pessoa sempre viveu num meio diferente.

Passar de um ambiente frio e seco para um ambiente muito húmido e quente pode provocar problemas de saúde devido à dificuldade acrescida de se adaptar.

A sucessão de problemas associados ao meio ambiente pode desencadear problemas de saúde fatais ou incapacitantes, debilitando o doente para o resto da sua vida, com um impacto forte no seu tempo de vida futura.

Meio ambiente e fatores patogénicos externos

Em termos de medicina tradicional chinesa, o meio ambiente, está associado, ao que designamos de fatores patogénicos externos (vento, humidade, calor, frio, etc…).

A exposição sucessiva a factores patogénicos externos, sem preparação prévia do organismo, seja por serem recentes ou muito intensos, afeta o equilibrio “microcosmos-macrocosmos”.

Para pessoas que viajam muito isto é quase como senso comum.

O uso de medicamentos para uma viajem, vacinação precoce e outras medidas são usadas quando se viaja para um país cujo meio ambiente seja muito diferente.

Abrem-se excepções, no caso de países ricos, não porque não tenham doenças, mas porque possuem sistemas de saúde eficazes no tratamento das mesmas.

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